"Se tivesses acreditado na minha brincadeira de dizer verdades, teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando, falei muitas vezes como um palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da platéia que sorria." (Charles Chaplin).


segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Sobre o 'ir embora'.

Um momento de clareza. Foi simples... Nada mais.
Um sopro. Umas palavras. E fim... Só lágrimas.
Estava frio, por algum motivo, estava frio... A noite mais fria da vida, das vidas, as duas, antes juntas, agora em dois lados; não pra todos. Talvez pra mais ninguém, mas pra eles, frio de gelo. O gelo das palavras, proferidas na dor... na raiva. E não voltou atrás.
O que dizer antes de bater a porta atrás de si?
Nada.
Só silêncio... estar calado foi o melhor a ser dito.
E o cheiro... o cheiro do vazio pairando entre eles, que se espalhava e se estendia em tamanho ao ponto que ele ia...
Pela rua...
Caminhando.
Se engasgando... Com as palavras na boca. Descendo garganta abaixo.

Ir embora. A dor do que fica é a mesma do que vai... Quase sempre.
Partido ao meio o último pedaço do que não é mais paixão.
Só amor. Ainda lá. Pra sempre. Mesmo quando se vai... embora.

E ainda assim... Pior do que o abandono... É que as pessoas se obriguem a ficar.

R@mon_Vitor.

5 comentários:

Nay disse...

É sempre amor mesmo que acabe [2]
lalala.
bombou,bombou e bombou XD

Alyne disse...

Adorei *.*

Vc tem mta sensibilidade pra descrever sentimentos!

Giordano Bruno disse...

Me surpreendi com esse texto, tá bombando em?

Gabi Barth disse...

Nossa, que texto lindo *-*

Vanessa disse...

Bombou homi!! Maaaaaaaaaaassa!!

Queria poder ler isso com mais frequencia! ¬¬°

Mas prometo, sempre ler comentar!! XD

Amo¹²³

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